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"26 Anos de Profissionalismo a Serviço dos Talentos Humanos"

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DICAS DE EMPREGO

 

> PASSO-A-PASSO RUMO AO PRIMEIRO EMPREGO


A corrida atrás do primeiro emprego é sempre muito desgastante. Saindo das universidades com pouca ou nenhuma experiência, os jovens se afligem diante da árdua batalha. Para aqueles que não conseguiram sequer um estágio, a situação é ainda pior.
 

Nada de desespero! Tudo pode ficar mais fácil se forem seguidos alguns passos. Confira as dicas:


1 - Escolha da carreira - Comece certo, é muito melhor ! Ou seja, faça uma análise bastante minuciosa e abrangente sobre todos os aspectos envolvidos na escolha da carreira, como organizar o próprio perfil, conhecer profundamente as mais de 100 profissões, identificar quais destas possui maior interesse e, dentre estas, quais também estão alinhadas ao seu perfil e possuem boas perspectivas de mercado.

2 - Universidades - Identifique quais as universidades que oferecem a carreira escolhida e os pontos positivos e negativos de cada uma delas antes de tomar esta decisão, que é mais importante do que as pessoas pensam.

3 - Currículo - Aprenda a fazer um currículo e um planejamento de carreira antes de entrar na universidade. Comece a sondar as possibilidades de atuação dentro da sua carreira e quais os requisitos que serão necessários na hora de conseguir um estágio e depois um emprego.

4 - Cursos e afins - Após ingressar na faculdade, ainda no 1 período e de posse do planejamento de carreira que foi elaborado previamente, comece a cumprir as suas atividades, pois neste momento ainda há tempo para aprender idiomas, softwares específicos da sua área e desenvolver quaisquer outros requisitos importantes para o ingresso nos melhores estágios e, posteriormente, nas melhores oportunidades de emprego. Aproveite os primeiros períodos também para “adiantar” algumas matérias, pois, na segunda metade da faculdade, acumulam-se ainda estágios, monografia, congressos, etc.

5 - Rede de relacionamento - Procure criar, manter e aumentar, desde o início da faculdade, uma rede de relacionamentos, começando pelos colegas de faculdade, professores, participando de cursos, feiras e congressos externos. Essas pessoas podem ajudá-lo muito no futuro. Entretanto, não adianta conhecer pessoas uma vez e só ligar para pedir favores, mantenha um contato regular com elas, procure encontrá-las ao menos de vez em quando, conversar por e-mail, Orkut, MSN, telefone, ligar no aniversário, mandar um cartão de Natal, etc.

6 - Perfil comportamental - Desenvolva seu perfil comportamental. O sucesso profissional não depende exclusivamente de conhecimento teórico. É fundamental saber implementar na prática as técnicas aprendidas na faculdade e as habilidades comportamentais são fundamentais para isso, como por exemplo saber trabalhar em equipe, liderança, criatividade, oratória, negociação, etc.

7 - Desenvolvimento - Nunca pare de se desenvolver, mesmo que esteja empregado. Com a velocidade do mercado atual, ninguém sabe o que acontecerá amanhã, portanto esteja sempre atualizado e com o perfil desejado pelo mercado, pois assim dificilmente ficará desempregado.

8 - Ética e responsabilidade - Por último, é fundamental possuir um comportamento ético e responsável, o mercado cada vez mais está valorizando esse tipo de pessoa. Participar de trabalhos sociais também é interessante.

- Se você não seguiu essas dicas, não deve ficar desesperado e desistir de tudo. Com planejamento, criatividade, determinação e paciência é possível dar a volta por cima.



> CULTURA GERAL AJUDA A SUPERAR INEXPERIÊNCIA

Se enfrentar uma entrevista de emprego já é difícil para aqueles que estão acostumados, imagine para quem está em busca de sua primeira oportunidade. Entretanto, não é preciso (nem recomendável) ficar nervoso com a situação. Basta o jovem se mostrar preparado para a rotina do trabalho.

Além dos conhecimentos técnicos na área escolhida, o candidato se destaca quando apresenta, por exemplo, boa cultura geral e expressão verbal.

Ao se mostrar preparado para enfrentar os obstáculos de um emprego, mesmo que o jovem não tenha experiência, as chances de se sair bem aumentam muito.

A apresentação visual durante a entrevista também deve ser levada em conta pelo candidato ao primeiro emprego. Ela deve ser adequada. No caso dos meninos, por exemplo, deve-se evitar a barba por fazer ou o uso de boné; no caso das meninas, nem decotes ou roupas justas são bem vistos.



> AS REGRAS PARA O JOVEM TRABALHAR

Idade mínima

A lei determina que os jovens somente podem começar a trabalhar a partir dos 14 anos e, mesmo assim, na condição de aprendiz.

Aprendiz

O adolescente não pode ser considerado um profissional. A função da empresa é treiná-lo para que, futuramente, ele tenha uma profissão.

Que serviços os jovens não podem exercer

- Trabalho noturno

- Ou em locais perigosos

- Ou que exijam força física.

Estudos

Só pode ser contratado o adolescente que esteja na escola. A empresa que contratar um menor de idade que não esteja estudando pode ser punida.

Jornada de trabalho

Jovens de 14 a 16 anos: seis horas diárias.

Acima dos 16 anos: oito horas.

Salário

Igual ao dos adultos: pelo menos um salário mínimo.



> MARKETING PARA CONQUISTAR UM EMPREGO

É perfeitamente possível desenvolver uma estratégia de marketing pessoal para conseguir um bom emprego. Conquistar uma colocação no mercado de trabalho pode ser comparado à venda de um produto. Utilizando os mesmos procedimentos e técnicas qualquer profissional, que esteja desempregado, poderá ser bem sucedido em seu objetivo de recolocação. Apresentaremos a seguir um conjunto de sete procedimentos de marketing pessoal com este objetivo:

Dica 1 – Sugerimos, como primeiro passo, uma análise de sua experiência profissional, de sua formação acadêmica, e de suas habilidades e talentos. Coloque tudo no papel, e crie um cargo fictício baseado em sua competência profissional, visando oferecer um perfil profissional que atenda a uma “real necessidade” das empresas que você pretende trabalhar.

Dica 2 – Em seguida, elabore um currículo diferente do tradicional. Uma espécie de apresentação profissional, destacando talentos, experiências e habilidades. Você é o produto, e seu perfil profissional será a sua propaganda junto às empresas que você irá tentar uma vaga. Lembre-se, se o produto for suficientemente atraente, mesmo as empresas que não estão disponibilizando vagas no momento, podem ficar tentadas a contratá-lo.

Dica 3 – Monte uma estratégia de venda. Relacione um bom número de empresas que poderiam vir a contratá-lo.

Dica 4 – Prepare-se para as possíveis entrevistas. Certamente existirão várias. Treine bastante o que vai dizer durante a entrevista, dê ênfase aos benefícios que a empresa obterá ao contratá-lo. Faça um roteiro de todos os argumentos que irá utilizar. Prepare-se para vários tipos de perguntas. O ideal seria discutir o roteiro com algum amigo ou alguém próximo que pudesse lhe dar algum feedback.

Dica 5 – Prepare com muito cuidado sua apresentação pessoal: vestuário, cabelo, aparência geral. Que imagem pretende passar? Qual a imagem que o cargo exige? Sua imagem está de acordo com a expectativa de seu futuro empregador? Se não, mude-a antes da entrevista, pois ela pode ser decisiva para o seu sucesso. A verdade é que um produto vale pelo conteúdo e também pela embalagem.

Dica 6 – Durante a entrevista dê atenção especial à maneira como vai se comportar. Você precisa conquistar a confiança e simpatia de seu entrevistador sem dar a impressão de estar “bajulando-o”. Está provado que os bons vendedores começam sua argumentação de venda procurando sintonizar-se com o cliente. Procure falar no mesmo ritmo e tom de voz, e utilize as palavras enfatizadas pelo entrevistador. Enfim, procure expressar-se na mesma linguagem.

Dica 7 – Aja com entusiasmo, motivação e autoconfiança. Três ingredientes muito valorizados pelas empresas em qualquer funcionário, independente do cargo que ele irá ocupar. Agindo assim, todo profissional poderá se beneficiar deste plano de marketing pessoal, em sua busca para conseguir um emprego. Dessa forma, além do tradicional envio de currículo a partir dos anúncios de jornal, o profissional aumentará suas chances de conseguir rapidamente um bom emprego. E o que é mais importante, poderá até escolher entre várias opções.



> EMPREGO NA ERA DIGITAL

Em tempos de informatização em praticamente todos os setores, o candidato a uma vaga de emprego deve se manter cada vez mais atualizado em programas de computador.

Quem busca uma colocação deve conhecer os programas mais básicos e se empenhar em conhecer os softwares relacionados especificamente à sua área. Para quem está começando, em primeiro lugar é avaliada a formação acadêmica do candidato.

Mas ter conhecimento de usuário, ou seja, básico em programas do pacote Office da Microsoft [editor de textos Word, programa de planilhas e cálculos Excel, programa de apresentações gráficas Power Point e o banco de dados Access] conta muitos pontos na hora de ser contratado, pois esses programas são usados na maioria das empresas dos mais variados segmentos. Nas últimas fases da seleção, é comum a aplicação de testes para saber se a pessoa sabe usar pelo menos os recursos básicos dos programas.

Para quem já passou da fase de estágio, o nível de conhecimento exigido sobre esses softwares aumenta. Vai depender muito da função pretendida. Quem pretende uma vaga na área financeira, por exemplo, precisa conhecer melhor o Excel, pois vai precisar executar cálculos e planilhas com mais frequência. Já o Power Point é necessário para quem vai atuar em áreas como publicidade e propaganda e precisa fazer apresentações de produtos e campanhas.

As empresas costumam fazer testes específicos, por isso é importante conhecer os programas durante a faculdade ou fazer cursos paralelamente para ficar melhor preparado.



> EMPREGO TEMPORÁRIO PODE VIRAR FIXO

Para quem está procurando o primeiro emprego, as vagas temporárias são boas oportunidades para entrar no mercado de trabalho. De acordo com especialistas, cerca de 30% delas são convertidas em vagas fixas. Mas o que fazer para ter mais chances de ficar na empresa? É importante procurar uma vaga com a qual a pessoa tenha identificação, pois assim fica mais fácil ela trabalhar com interesse no que faz. É preciso aproveitar a oportunidade para mostrar sua capacidade de realização e produção.

É primordial se dedicar ao máximo porque o período temporário é uma vitrine para o trabalhador. Além de cumprir os horários e normas da empresa, o funcionário deve se mostrar sempre útil, saber conversar, atender muito bem aos clientes e estar à disposição para ajudar colegas e fazer horas extras.

Outras formas de sair na frente, é se informar sobre a empresa e o segmento em que ela atua, dar sugestões para reduzir gastos ou para melhorar a forma de trabalho. O temporário deve ficar atento à sua apresentação. É imprescindível estar limpo, com a roupa passada, cabelo bem penteado, barba feita, unhas cortadas, sem piercings ou tatuagens à mostra e sem decotes.

Além da aparência, o comportamento do empregado também é avaliado. Os temporários são constantemente observados e devem adotar atitudes corretas no trabalho. Mesmo que aquela ocupação não seja a dos sonhos, a pessoa deve trabalhar e se dedicar como se fosse para conseguir outras oportunidades na empresa.



> DICAS PARA CONSEGUIR UM ESTÁGIO

O estágio é uma bela porta de entrada para o mercado de trabalho. Atualmente, de cada dez estudantes universitários brasileiros, dois já estão fazendo estágio.

Muitos jovens preferem apenas estudar até os 25 anos de idade, ou mais, imaginando que o acúmulo de diplomas será um diferencial na hora de conseguir um emprego. Para as empresas, não é bem assim. Na hora de contratar, elas dão preferência à combinação de escolaridade e experiência prática.

Oportunidades

Apesar de estágio parecer coisa de multinacional, 70% dos estagiários estão nas pequenas e médias empresas. As oportunidades de estágio são maiores nas áreas de engenharia, administração e informática. E menores na área de direito.

No Brasil, há mais de 500 mil estudantes de direito e 250 mil de engenharia. Essa disparidade faz com que o futuro engenheiro seja o estagiário mais bem pago do mercado.

Estágio não é emprego

Há duas coisas que todo candidato a estágio deve saber.

Primeira: estágio não é emprego. Ao contrário dos trabalhadores regidos pela CLT, o estagiário não tem direito a aviso prévio, décimo terceiro, fundo de garantia, vale transporte e vale refeição.

Um estagiário custa menos da metade do valor gasto com um empregado formal. Por isso, algumas empresas usam o estágio como uma forma disfarçada de emprego.

Alguns escritórios realmente pegam os estagiários para fazer algum tipo de exploração e não no intuito de transmitir o conhecimento, que é o básico do estágio.



> ESTÁGIO É O CAMINHO PARA A QUALIFICAÇÃO

Nem a metade dos jovens entre 15 e 17 anos está na escola. Os principais motivos para a debandada são o desinteresse, a necessidade de trabalhar e a falta de acesso à escola.

O abandono das aulas é ainda maior, principalmente entre os estudantes que possuem emprego. E, aí, um problema grave se acentua. Esses jovens saem da escola e não atingem a qualificação desejada pelas empresas. Vão formar a parcela da população que se agarra nos subempregos e no trabalho informal, que dispensam qualificação, com salários baixos e sem condições de competir no mercado de trabalho formal por cargos mais elevados. Com isso, a carência de mão de obra capacitada continua, com enormes prejuízos para o desenvolvimento do país.

O estágio é a mais eficiente ferramenta para capacitar futuros profissionais, constituindo assim uma recomendável saída para atenuar o problema da qualificação de mão de obra num futuro próximo. Isso porque o jovem vai aliar o que aprendeu nos bancos escolares com a prática no mundo corporativo. Além disso, a bolsa-auxílio recebida favorece a continuidade dos estudos, diminuindo sobremaneira a evasão escolar.

Para as empresas, fica a oportunidade de formar uma nova geração de colaboradores, com o espírito de equipe e adaptados a seus valores. E, para o país, a diminuição da parcela de jovens desempregados - furando a barreira do primeiro emprego, e podendo, por conseguinte, refletir socialmente até mesmo na diminuição da violência nas grandes cidades - e o aumento da qualificação, com permanência maior nas escolas somada à atividade prática no campo corporativo.​